BoCA Summer School
Workshop “Arte Útil”, com orientação de Miguel Amado

A expressão “Arte Útil” sugere que a arte pode ser uma ferramenta ou um dispositivo. Este conceito tem vindo a ser proposto pela artista Tania Bruguera e um grupo de investigadores, diretores de museu, comissários e designers informalmente reunidos na Associação de Arte Útil para descrever pessoas que, “através de grupos auto-organisados, iniciativas individuais ou conteúdo gerado por utilizadores, desenvolvem novos métodos e formações sociais para lidar com problemas que antes estavam sob alçada do Estado”. Para Bruguera e companheiros, estas ações não são exemplos isolados, mas parte de uma história da arte enquanto mecanismo de transformação social que o modernismo subalternizou e que urge, por um lado, descrever e, por outro, atualizar como modo de intervenção no mundo atual. Este curso apresenta as linhas gerais da noção de “Arte Útil” através da análise dos seguintes temas: genealogia artística; critérios; estudos de caso artísticos; fontes de informação; debates teóricos; terminologia crítica; exemplos de exposições; aplicação a modelo museológico.

 

Orientação: Miguel Amado (comissário, investigador e crítico) em colaboração com Tania Bruguera e Alistair Hudson.

Biografia do orientador


A quem se destina:
 M/16, estudantes, artistas, investigadores, comissários, críticos e outros profissionais do setor artístico.
Os interessados deverão enviar um email para info@bocabienal.org com a seguinte documentação: nome, data de nascimento, contato telefónico e nota biográfica.
Data limite de inscrição: 23 de agosto. As inscrições são feitas por ordem de recepção.

Produção: BoCA
Parceria: Fundação GDA
Apoios: Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Câmara Municipal de Lisboa, Fundação Millennium BCP

Próximos Eventos

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  • Cattivo

    18 fevereiro 2020 — 23 fevereiro 2020
    São Luiz Teatro Municipal, Lisboa

    MARLENE MONTEIRO FREITAS

    Na edição BoCA 2019, a bailarina e coreógrafa Marlene Monteiro Freitas transgrediu a sua prática e criou “Cattivo”, a sua primeira (mega) instalação composta por centenas de estantes de partitura, que são exploradas até ao limite das suas propriedades expressivas. Assistimos à capacidade de encarnarem estados emocionais e de tomarem decisões, manipulando-se a si mesmas e a outros objetos. Agora é a oportunidade única de descobrir a adaptação desta criação em Lisboa.

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