A Thug Unicorn nasceu há cerca de 4 anos, quando quatro amigas – que entretanto se tornaram três – se juntaram e resolveram criar uma festa/página do Facebook como uma sátira ao machismo e homofobia no Rap e Hip-Hop, coincidindo com o boom de artistas mais subversivos como Mykki Blanco, Le1f ou Zebra Katz. O Hip-Hop enquanto género e cultura tem-se reinventado graças a artistas como eles que quebram tabus, acolhendo um público cada vez mais diversificado e criando um espaço seguro dentro dessa cultura quer para o público feminino, quer para o público queer.

A Thug Unicorn é uma sátira a todos esses preconceitos, e a sua ambígua definição está perdida algures entre o mundo subversivo da internet e o mediatismo da cultura pop.

Aqui, tudo acontece e muda tão rápido quanto o feed do nosso Tumblr. Quem vem a uma Thug Unicorn vem a uma festa anti-dj, onde todos os estilos de música, assim como pessoas, são bem-vindos. Quem vem a uma Thug Unicorn vai ouvir r’n’b, hip-hop, trap, música pop fofinha, ou até mesmo música electrónica, reggaeton, dancehall ou zouk.

Esta é uma noite baseada na experimentação, e a escolha musical é fluída, descomprometida e despretensiosa, sem expectativas nem complexos. Quem vem a uma Thug Unicorn vai-se sentir como numa festa pijama com os seus amigos mais próximos em que estão a rebolar em glitter e a fazer playlists no Youtube.

A Thug Unicorn faz todo o sentido quando nos lembramos que afinal existem pessoas que curtem viajar montadas em unicórnios bad-ass pelo arco-íris, quitadas com montes de bijutaria só porque sim, livres de espírito e cabelos ao vento. Apesar disso, no fundo elas têm corações de chocolate e marshmallow que podem e irão derreter-se sempre que houver calor, suor e mãos no ar.

Próximos Eventos

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  • A Viagem Invertida / Barcelona

    25 outubro 2019
    Caixa Forum / Barcelona

    PEDRO BARATEIRO

    Depois da estreia mundial na BoCA 2019, a performance "A Viagem Invertida" é apresentada no contexto da exposição "En Caída Libre", com curadoria de João Laia, em Barcelona. Tem como paisagem a exploração das minas de lítio em Portugal, numa investigação que passa também pelo livro “Queda sem fim, seguido de Descida de Maleström, de Edgar Allan Poe”, de José A. Bragança de Miranda. Com interpretação de Pedro Barateiro e de Lula Pena, e música de Raw Forest.

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  • OS ANIMAIS E O DINHEIRO / Buenos Aires

    04 dezembro 2019
    Centro Cultural San Martín, Buenos Aires

    GONÇALO M. TAVARES & OS ESPACIALISTAS

    Concebido para a bienal BoCA 2019, Gonçalo M. Tavares e os Espacialistas criaram três performances-conferências inéditas, apresentadas em salas de teatro, a partir do tema “Os Animais e o Dinheiro”. Juntos e pela primeira vez em palco, os artistas desenvolvem formas de sentir acima da média, a partir de textos, imagens, gestos, objetos e espaços em permanente construção, com o público presente.

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  • COMO FAZER UMA MÁSCARA / Buenos Aires

    04 dezembro 2019
    Centro Cultural San Martín, Buenos Aires

    PEDRO BARATEIRO

    A performance "Como Fazer uma Máscara" de Pedro Barateiro é um monólogo, acompanhado por um conjunto de imagens projectadas, em que o artista tenta pensar a questão da máscara, através de dispositivos de linguagem e imagem e exemplos que vão da história do teatro ocidental a testes de personalidade.

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  • Hard to be a god / Bangkok

    06 dezembro 2019 — 07 dezembro 2019
    Neilson Hays Library / Bangkok

    JOHN ROMÃO & ROMEU RUNA

    Depois da sua estreia mundial no contexto da BoCA 2017, em Lisboa, a performance “Hard to be a god” continua a sua circulação internacional e viaja agora até Bangkok. Os espectadores observam a performance através de uma janela de vidro que separa a ação de seu próprio corpo (protegido), como se fosse uma tela, enquadrando a ação exterior. Uma luta entre a natureza - em todo o seu esplendor - e a tecnologia.

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  • A Viagem Invertida / Santiago do Chile

    07 dezembro 2019
    Matucana 100, Santiago do Chile

    PEDRO BARATEIRO

    Depois da sua estreia mundial na BoCA 2019, a performance "A Viagem Invertida" continua em digressão internacional. "A Viagem Invertida" tem como paisagem a exploração das minas de lítio em Portugal, numa investigação que passa também pelo livro “Queda sem fim, seguido de Descida de Maleström, de Edgar Allan Poe”, de José A. Bragança de Miranda. Com interpretação de Pedro Barateiro e música de Raw Forest.

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    07 dezembro 2019
    Matucana 100, Santiago do Chile

    GONÇALO M. TAVARES & OS ESPACIALISTAS

    Concebido para a bienal BoCA 2019, Gonçalo M. Tavares e os Espacialistas criaram três performances-conferências inéditas, apresentadas em salas de teatro, a partir do tema “Os Animais e o Dinheiro”. Juntos e pela primeira vez em palco, os artistas desenvolvem formas de sentir acima da média, a partir de textos, imagens, gestos, objetos e espaços em permanente construção, com o público presente.

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  • Cattivo

    18 fevereiro 2020 — 23 fevereiro 2020
    São Luiz Teatro Municipal, Lisboa

    MARLENE MONTEIRO FREITAS

    Na edição BoCA 2019, a bailarina e coreógrafa Marlene Monteiro Freitas transgrediu a sua prática e criou “Cattivo”, a sua primeira (mega) instalação composta por centenas de estantes de partitura, que são exploradas até ao limite das suas propriedades expressivas. Assistimos à capacidade de encarnarem estados emocionais e de tomarem decisões, manipulando-se a si mesmas e a outros objetos. Agora é a oportunidade única de descobrir a adaptação desta criação ao SLTM.

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